PLÁGIO.



Plágio: crime. Previsão: Código Penal e Lei de Direitos Autorais. Para saber número e artigo, joga no google ou leia aqui.

Todos dizem: escrevi, voou, é de quem lê. Tá, sempre achei assim. Eu só quero os créditos, só isso. Não tenho ciúmes. Repito: se não quisesse vê-los espalhados, jamais publicaria na internet. Escrevo porque existe amor. Escrevo para receber amor, para doá-lo. Talvez ninguém tenha uma noção tão profunda do quanto esse blog já me acrescentou na vida. Um amor para amar, umas amizades de vidas inteiras, uns carinhos necessários. Uma reciprocidade que faz tudo parecer a coisa mais certa do mundo. Não tenho pretensão de ser escritora, apesar do livro publicado e demais projetos: eu prefiro isso aqui. Essa não-responsabilidade, esse sentimento solto, essa coisa nossa, esse contato. Gosto de reservas. Não divulgo o blog em nenhum outro espaço. Pessoas que me conhecem a vida inteira nem sabem que isso aqui existe. Então, tenham noção do quanto esses textos aqui são minha alma. São bobos, são restritos, são insignificantes, são despretensiosos, mas são meus. Têm uma mãe. Nasceram daqui, preencheram a página em branco de uma maneira incrivelmente pessoal. Não são anônimos.

Após os primeiros plágios, os textos ganharam registro e passaram a ser protegidos, bem como a gerar uma lista com os direitos autorais, data, horário e demais coisinhas automáticas sobre a postagem. Várias regras. Tudo arquivado. É uma pena que precise ser assim.

Para os amigos blogueiros que sofrem do mesmo mal, uma listinha de ferramentas úteis:

Copyscape: útil, mas fornece pouca oportunidade de pesquisa.
Plagiarism: a ferramenta mágica que me mostra até os textos que você copia em sua casa, no seu caderno.
Quem me ama: mais fraco de todos, mas melhor que nada.
FairShare: coisa mais linda. Semanalmente, gera um feed com as porcentagens de cópias que seus textos sofreram, por palavras e tudo mais. A parte mais bonita? Te mostra, no conforto do seu lar, os links dos sites que fizeram as tais cópias. Não é lindo? Um beijo para quem inventou isso.


Vamos respeitar, inspirar, indicar. Copiar? Não! Machuca. E a gente gosta é de ser feliz.